Sumário Econômico - 1646

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31 jan A 01 fev 20
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Confiança do comércio renova alta em novembro, mas ritmo de recuperação desacelera - O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 108,0 pontos em novembro, alta de +4,1% com ajuste sazonal. O índice renovou-se na zona de avaliação positiva, segue recuperando após a mínima histórica em junho, mas a taxa de variação mensal é a menor desde agosto. A confiança ainda está 20 pontos abaixo  do nível pré-pandemia, mesmo com o fator calendário propício ao incremento sazonal das vendas do varejo neste período do ano. Na comparação interanual, o Icec registrou queda de -11,9%. Os indicadores de isolamento social em queda e o aumento das vendas efetuadas pelo comércio eletrônico e outros canais digitais têm contribuído para a rápida recuperação do comércio até setembro. O indicador de estoques, no entanto, não apresenta essa mesma dinâmica de retomada do volume de vendas do varejo. Tal fato pode indicar que o comerciante enfrenta algumas dificuldades conjunturais para renovação dos estoques, seja pressão de custos (preços em geral e câmbio), seja algum desequilíbrio de oferta, ou mesmo na demanda, em função de mudanças temporárias no comportamento dos consumidores.

Iatur x ICV-Tur-CNC – dados até agosto de 2020 - Os dados apresentados pelo Índice Cielo de Vendas do Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (ICV-Tur-CNC) até agosto de 2020 revelaram-se em conformidade com o Índice de Atividades Turísticas (Iatur), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Iatur é um subproduto da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), responsável por apurar o volume de vendas do turismo em 11 estados mais o Distrito Federal. Tanto para o IBGE quanto para a pesquisa da CNC, a economia do turismo não se apresentou bem no começo deste ano. Segundo o Iatur, em janeiro (-0,5%) e em fevereiro (-0,7%), o volume de vendas dos segmentos turísticos caiu marginalmente. Com as medidas de combate à pandemia, o Iatur sofreu grande impacto nos meses de março (-29,7%) e abri l (-54,6%), para, em seguida, voltar a subir em maio (+7,0%), e daí em diante.

Mercado reduz sua projeção de queda para o PIB - No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (20/11), a mediana das expectativas para o IPCA aumentou para 3,45%. No curto prazo, as projeções dos analistas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA) são de 0,58% para novembro, 0 ,65% para dezembro e 0,43% para janeiro do próximo ano. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetam IPCA de 0,65%, 0,62% e 0,49%, respectivamente. A mediana das projeções dos analistas para o IPCA de 2021 aumentou para 3,40%, e, para 2022, a estimativa continuou em 3,50%. Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a meta da taxa de juros Selic permaneceu em 2,00% ao ano, o seu menor nível histórico. A próxima reunião será nos dias 8 e 9 de dezembro, quando se espera que o Banco Central não irá alterar a taxa novamente. A expectativa do mercado é que ela termine o ano de 2020 em 2,00%; já para 2021, espera-se um aumento na taxa, alcançando 3,00%; além de um novo incremento em 2022, com juros de 4,50%.