Carnaval amapaense pode gerar 200 novos postos de trabalho temporário

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O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio do Amapá leva em conta que nessa época os consumidores vão investir em serviços como bares, hospedagem, fantasias e ambulantes
Nesse período os principais segmentos que vão movimentar a economia do Estado são bares e restaurantes
Crédito
Fecomércio-AP

10/03/2020

O carnaval amapaense, considerado um dos mais expressivos da Região Norte, já começa a movimentar diversos setores da economia local, como as vendas de varejo, hotéis e bares. De acordo com o levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio do Amapá (IPDC), estima-se que nesse período o Estado ofereça aproximadamente mais 200 novos postos de trabalho, considerando os segmentos voltados para o carnaval, principalmente de bares e restaurantes.

O IPDC leva em conta que nessa época os consumidores vão investir em serviços como bares, hospedagem, fantasias e ambulantes – que vendem desde bebida e comida até acessórios para os foliões.  

No comércio varejista, a projeção do IPDC é de alta de 21% para as vendas em fevereiro. Para segmentos que são impactados diretamente pelo consumo durante o carnaval, como vestuário, armarinho e decorações, a expectativa é que o faturamento chegue a 40%.

O diretor técnico do IPDC, Erik Rocha, reforçou que nesse período os principais segmentos que vão movimentar a economia do Estado são bares e restaurantes. “A previsão é que estes dois setores respondam pela geração de empregos temporários, que são gerados durante a festa, e precisam de reforço para atender a grande quantidade de consumidores”, comentou.

Neste sentido, quase metade dos entrevistados revelaram que percebem um aumento significativo no fluxo dos consumidores durante o período carnavalesco e 20% acreditam que o feriado afeta de forma positiva o resultado das vendas. A ampliação do horário de atendimento e o aumento do fluxo de turistas também foram citados como pontos positivos do carnaval.

A coleta de dados ocorreu entre os dias 6 e 10 de fevereiro de 2020. As entrevistas foram realizadas em 64 estabelecimentos comerciais, dos quais 40 do segmento de lojas e armarinhos e 24 do segmento de hospedagem (hotéis, pousadas e similares).