Lojas de bairro continuam em alta na capital mineira

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03 A 04 set 19
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Pesquisa da Fecomércio-MG mostra que a localização da loja é um fator relevante para as compras de 68,7% dos entrevistados
Pesquisa da Fecomércio-MG mostra que a localização da loja é um fator relevante para as compras de 68,7% dos entrevistados
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iStock

Ter a comodidade de adquirir produtos e serviços próximo da residência é um fator que dita o comportamento da população de Belo Horizonte. De acordo com a pesquisa Escolha do Local de Compras, elaborada pela Fecomércio MG, 87,2% dos consumidores da capital mineira utilizam as lojas de bairro ou de vizinhança para adquirir bens e serviços. O comércio do hipercentro é opção para 56,4% dos entrevistados, enquanto os shoppings centers atendem 51,3%.

Principal quesito para a definição do local de compra, o preço das mercadorias influencia as escolhas de 81% das pessoas que moram em Belo Horizonte. A qualidade do atendimento e a variedade dos produtos, com 78,9% e 74,3%, respectivamente, são outros critérios adotados. A localização da loja é um fator relevante para as compras de 68,7% dos entrevistados. 

Entre os consumidores que procuram as lojas do bairro ou vizinhança para às compras, a maioria se desloca em busca de produtos alimentícios (23,5%) ou roupas, calçados e acessórios (10,9%). Já nos estabelecimentos do hipercentro, quase três em cada quatro pessoas são atraídas por artigos de vestuário (73,3%).

Segundo o economista-chefe da Fecomércio MG, Guilherme Almeida, os consumidores buscam, cada vez mais, preço e comodidade no momento da compra. “Essa é uma característica mundial e explica, inclusive, a ascensão do e-commerce. Os consumidores, em seu hábito de consumo, sempre buscam otimizar o valor pago em bens e serviços, adquirindo-os em locais de fácil acesso e que não incorram em maiores custos de deslocamento”, avalia.