Pesquisa mapeia perfil dos empresários juniores em Santa Catarina

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Os dados apontam que realização, propósito e inspiração estão entre as prioridades da nova geração de profissionais
Os dados apontam que realização, propósito e inspiração estão entre as prioridades da nova geração de profissionais
Crédito
Imagem ilustrativa/freepix

Celeiro de novos negócios, as empresas juniores fomentam o empreendedorismo dentro das universidades, capacitando os jovens para entrar no mercado de trabalho com mais experiência e networking na bagagem.


A Fecomércio-SC, em parceria com a Federação de Empresas Juniores de Santa Catarina (Fejesc), desenvolveu a primeira pesquisa do segmento no Estado para conhecer características, demandas e expectativas dos estudantes que fazem parte das organizações. Regulamentadas por lei desde 2016, as EJs são administradas pelos próprios graduandos sob supervisão de professores e oferecem produtos e serviços de diferentes áreas com preços competitivos.


Atualmente, Santa Catarina conta com cerca de 40 empresas neste formato, com atuação de mais de 600 empresários juniores. “A experiência nessas empresas ajuda a turbinar o currículo profissional durante a graduação, proporcionando o desenvolvimento de competências muito valorizadas pelo mercado, como liderança, facilidade de resolução de conflitos, capacidade de trabalho em equipe, etc.”, afirma Bruno Breithaupt, presidente da Fecomércio-SC, entidade que representa cerca de 640 mil empresas do setor terciário no Estado.


O levantamento traz perfil (sexo, idade, área de atuação, etc.), percepção sobre o mercado de trabalho, atributos, dificuldades enfrentadas, entre outras informações relevantes. Os dados apontam que realização, propósito e inspiração, conceitos um tanto subjetivos no mundo corporativo, estão entre as prioridades da nova geração de profissionais. Trabalhar com projetos que consideram significativos (57,8%) é uma das principais motivações.


Quase 90% desses exemplares da geração Z querem experimentar novos modelos de negócio, mas encontram um cenário desafiador pela frente, como a falta de vagas de trabalho (13,5%) e de reconhecimento (10,4%).