CNC sedia encontro do Fórum das MPEs
Crédito: Marcos Nascimento
Na reunião, foram debatidos mecanismos para facilitar o acesso das Micro e Pequenas Empresas ao crédito
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) sediou, em 18 de novembro, no Rio de Janeiro, a 8ª reunião extraordinária Comitê Temático de Investimento e Financiamento do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Antonio Everton Chaves Junior, economista da CNC, representa a entidade no grupo. “Durante a reunião debatemos temas como o aval solidário, o Crediamigo, as taxas cobradas das Micro e Pequenas Empresas pelos bancos, o papel fundamental dos fundos garantidores de risco de crédito, Cartão BNDES, Pronaf e outros mecanismos que permitam às MPEs financiar-se em capital de giro e investimentos, entre outros muitos assuntos”, afirmou o economista.
O encontro contou com a presença de representantes das entidades que participam do Fórum Permanente: FIESP, CNI, BNDES, FECOM-MG, Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro, PUC-RJ, CONAMPE, BNB, BASA, Sebrae, Sindicato dos Contabilistas, Secretaria de Economia Solidária do Estado do Rio Grande do Sul e Associação Brasileira das Sociedades de Crédito às micro e pequenas empresas.
Segundo Antonio Everton, está em andamento a análise de medida para padronizar os registros bancários das tarifas que incidem em operações de crédito para as MPEs, assim como dos documentos que os bancos cobram durante os cadastros de crédito.
A participação da CNC no Comitê Temático de Investimento e Financiamento e nos GT do Fórum Permanente pauta-se pela defesa dos interesses das MPEs, visando à construção de ambientes favoráveis ao desenvolvimento dos negócios. “Junto com as demais entidades representativas do setor privado, trabalhamos na análise de propostas e ações que irão favorecer as MPEs no dia a dia, principalmente as que eliminam ou diminuem as barreiras ao acesso ao crédito, as taxas e tarifas cobradas pelos bancos nessas operações”, explica o especialista.
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